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Home Office: o futuro do trabalho pós pandemia

Segundo pesquisas, a adoção do home office durante a pandemia, está transformando a forma como muitas empresas têm observado esse “novo” regime como alternativa para o futuro do trabalho pós pandemia.

A passos lentos, este cenário, já era visto em algumas empresas de tecnologia, por exemplo, mas com o distanciamento social causado pela pandemia do coronavírus, essa realidade mudou da noite para o dia em companhias de vários setores.

As empresas nunca mais serão as mesmas. O mundo dos negócios está em jogo. As perspectivas do mercado dão conta que uma revolução digital e de comportamento implicarão em transformações substanciais para todos tipos de empreendimentos. 

Com o intuito de minimizar os estragos econômicos, de acordo com dados da FGV, 67,4% dos trabalhadores formais estão trabalhando remotamente. Desses 20 milhões de trabalhadores em regime de home office, segundo pesquisa feita pela Cia do Trabalho e Instituto Renoma, a grande maioria aprova este modelo de trabalho, apesar de apontarem críticas pontuais.

É fato que este período pandêmico pegou de surpresa empresas e trabalhadores. Com o isolamento social e uma quarentena sem previsão para acabar, fomos obrigados a adequar o lar em escritório, sem planejamento prévio.

Home Office como solução

Em uma avaliação feita seguindo o critério de satisfação, as pessoas avaliaram como positivas as mudanças, muito devido à romantização de se trabalhar em casa, mas também pela facilidade gerada por não ter que enfrentar horas no trânsito no trajeto casa-trabalho. Este tempo de deslocamento gera desgastes emocionais ao trabalhador, mas ao mesmo tempo gera economia no vale-transporte para as empresas.

Dados apontam que a economia para as empresas chega ao patamar de 15% com a adoção do regime de trabalho remoto. Conta de energia, gastos com insumos de consumo diário, como o cafezinho, vale-transporte e aluguel de espaço são os responsáveis por essa economia. Outro fator que é possível de se quantificar é o aumento na produtividade de até 46% dos trabalhadores, segundo a FGV.

O home office é uma realidade que é tendência no pós-pandemia. Muitos escritórios físicos poderão ser abandonados e o coworking ganhará mais visibilidade. É claro que ajustes precisam ser feitos, e também, será necessário investir no desenvolvimento e aperfeiçoamento dos colaboradores para este modelo de trabalho, mas estes primeiros indicadores apontam que as pessoas já estão abertas para este formato. 

De acordo com dados da InfoJobs, o empresário que não conseguir se preparar para as mudanças imediatas terá um grande prejuízo, não só do ponto de vista financeiro mas também sobre a perspectiva de manter sua equipe focada em resultados. Por isso, proatividade e resiliência são palavras-chave para empresas e profissionais no pós pandemia.

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